Gestão de segurança: o que é e como aplicar na sua empresa

Descubra como este conjunto de processos, estratégias e ferramentas voltados a proteger pessoas, informações, instalações e recursos é fundamental para as operações e a reputação de um negócio

Empresas de todos os portes e segmentos precisam se atentar à gestão de segurança. Afinal de contas, há a necessidade de proteger as pessoas – colaboradores, fornecedores e clientes – e os ativos tangíveis e intangíveis de um negócio, incluindo a sua reputação. E, nos últimos anos, com a digitalização de dados corporativos, aumenta-se também a necessidade de integração desta área ao setor de TI.

É normal que, ao se pensar em estruturar esta área, a primeira solução que venha à mente seja a tecnologia, mas não é somente com ela que se faz uma boa gestão de segurança. É preciso pensar em processos, orientações, análises para mitigação de riscos e a garantia de cumprimento de legislações e conformidade voltados à prevenção.

Entenda neste artigo mais sobre a segurança corporativa e a proteção de ativos e como implementá-la na sua empresa.

O que é a gestão de segurança?

Trata-se de um conjunto de processos, estratégias e ferramentas implementados para proteger pessoas, informações, instalações e recursos de uma organização contra ameaças e riscos. Neste caso, o objetivo é garantir a segurança física e digital ampla de uma empresa, com o propósito de prevenir incidentes e, se eles ocorrerem, a sua minimização de danos e a continuidade das operações.

Os principais tipos de segurança

Os principais tipos de segurança envolvem abordagens diferentes para proteger uma organização de diversas ameaças. Confira a seguir:

  • Segurança física – Protege pessoas, instalações, equipamentos e recursos tangíveis contra ameaças como intrusões, vandalismo, roubos, furtos e danos acidentais. Envolve controle de acesso, monitoramento contínuo e gestão de alarmes, sensores e outros dispositivos voltados a esse fim, conforme explicamos neste artigo sobre segurança patrimonial.
  • Segurança cibernética e da informação – Visa proteger sistemas, redes e dados contra acessos não autorizados, ataques e roubo de informações. Em um momento no qual as informações digitais ganham o status de ativos imprescindíveis, isso se torna fundamental para garantir a confidencialidade e a privacidade, sem interferir em sua disponibilidade. Ela se torna possível por meio de firewalls, criptografia de dados, autenticações em dois fatores, entre outros cuidados.
  • Segurança operacional – Seu foco está em garantir que os processos e as operações de uma organização sejam executados sem interrupções causadas por incidentes internos ou externos. Para isso, ela visa gerenciar aspectos de energia e disponibilidade de internet, estabelecer protocolos claros de segurança em diversas áreas e minimizar o impacto de falhas humanas. Neste caso, há a necessidade de mapear processos críticos para mitigação de risco, a realização de capacitações constantes e a criação de planos de resposta.
  • Segurança do trabalho – Os colaboradores devem ser protegidos em suas atividades laborais. A preocupação corporativa deve ser em assegurar um ambiente de trabalho seguro e em conformidade com as normas regulamentadoras (NRs) e outras obrigações legais – que podem ser específicas, considerando as especificidades de cada segmento. Para evitar acidentes de trabalho, os cuidados recorrentes envolvem o uso de EPIs, inspeções regulares e treinamentos de segurança constantes.
  • Segurança estratégica – Seu propósito é proteger a imagem e a reputação da empresa, com foco em proteção de propriedade intelectual, gestão de crises e outros cuidados. Neste caso, envolve a identificação de futuras ameaças e formas de mitigá-las.

A boa gestão de segurança passa necessariamente por soluções integradas e meios de reunir todos esses pontos acima de maneira estratégica e assertiva.

Um bom controle de acesso, por exemplo, evita que pessoas não autorizadas ingressem em áreas de risco. Além disso, os sistemas especializados da área são capazes de automatizar os principais dados e emitir alertas, caso algo esteja fora do padrão.

Você sabe o que é gestão de riscos corporativos e como implementá-la? Descubra aqui!

Quais os benefícios de uma gestão de segurança?

Os cuidados com segurança passam por uma busca contínua pela mitigação de riscos. Ser bem-sucedido em todos estes processos e métodos significa:

  1. Proteger as pessoas e os ativos empresariais das ameaças internas e externas;
  2. Mapear os riscos e identificar as vulnerabilidades para reduzir incidentes e, consequentemente, prejuízos econômicos e reputacionais;
  3. Melhoria da imagem da empresa perante fornecedores, clientes e colaboradores. Este último grupo também se engaja mais em comportamentos favoráveis à segurança ao se criar essa mentalidade;
  4. Maior facilidade de seguir as legislações, evitando multas e outras penalidades;
  5. Criação de planos de respostas a crise, estabelecendo programas e treinamentos para o caso de ocorrências;
  6. Manutenção de registros e de documentação, seja para auditoria e conformidade.

Todos estes pontos se tornam ainda mais efetivos se houver uma integração das equipes de segurança com os outros departamentos, incrementando a coordenação de processos e a comunicação.

Qual a importância de um processo de prevenção de perdas? Explicamos aqui!

Como implementar uma gestão de segurança?

Há diversos processos para se ter sucesso na implantação de uma boa gestão de segurança corporativa. Alguns deles são indispensáveis:

  • Realizar um mapeamento de ameaças amplo, identificando e buscando a mitigação desses riscos.
  • Estabelecer um time voltado à gestão de segurança, que atue de forma integrada e estratégica aos outros departamentos de um negócio para mitigar riscos e definir como respondê-los.
  • Estabeleça políticas e procedimentos de segurança para o caso de incidentes e também para cumprir todas as exigências legais.
  • Definir processos claros em cada etapa operacional, envolvendo as lideranças para que colaboradores estejam engajados nestes cuidados em suas rotinas, criando uma cultura organizacional de segurança.
  • Estabelecer procedimentos claros para o caso de incidentes, identificando os processos que devem ser tomados por cada equipe para respostas rápidas e efetivas.
  • Manter a capacitação constante dos colaboradores, reforçando os cuidados de segurança de rotina, como uso de EPIs e outros processos diários.
  • Investir em sistemas especializados de tecnologia capazes de integrar as diferentes abordagens relacionadas à segurança: física, cibernética, operacional e estratégica.

Está em dúvida sobre como integrar as soluções já presentes em seu negócio, como o controle de acesso, para garantir mais eficiência e tranquilidade em suas operações de maneira ampla? Um software de gestão especializado é capaz de ampliar a confiabilidade e a rastreabilidade de processos de segurança, trazendo confiança em todas as etapas.

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