
Em uma entrevista de emprego, enquanto a conversa flui suavemente, todas as coisas certas são ditas pelo candidato. De repente, é feita uma pergunta fatal, que ele não havia antecipado. Nesse momento, muitas pessoas desmontam, perdem a confiança e diminuem as chances de conquistar a vaga pretendida.
“Independente de qual seja o nível hierárquico a que o candidato esteja concorrendo, ser arrogante sempre será um ponto negativo durante um processo seletivo”, afirma a consultora de Recursos Humanos Aline do Carmo. De acordo com ela, esse tipo de comportamento demonstra a falta de autoconfiança e até mesmo o fato de se achar bom demais para a vaga. Por isso, não basta pensar que “é só chegar lá e mostrar tudo o que se sabe”, pois vender-se para o entrevistador esmiuçando todas as suas qualidades e esquecendo os erros pode aparentar arrogância — e isso empresa alguma preza.
Criar um bom currículo não é uma tarefa fácil, principalmente se a intenção for deixá-lo flexível para diversas oportunidades. É preciso, antes de mais nada, atentar aos detalhes que podem fazer a diferença para os profissionais de Recursos Humanos das empresas. Confira algumas dicas e mãos à obra:
Desde que o Twitter virou um sucesso entre os brasileiros, outros costumes vieram à tona. Se no microblog divulga-se tudo num curto espaço, por que não divulgar também um currículo em 140 caracteres?
Em um chat no portal diario.com.br, a especialista em seleção Ana Daudt garantiu que colocar informações sobre redes sociais no currículo pode ser um diferencial. Segundo ela, as redes são uma forma de comunicação relevante, além de ser uma competência muito procurada pelas empresas.
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