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  • 26/10/2012

    Não são só os recursos tecnológicos que avançam cada vez mais rápido no mercado de trabalho. O contato entre profissionais de diferentes culturas e países tem aumentado significativamente no Brasil, principalmente em decorrência do crescimento econômico e dos grandes eventos que o país sediará nos próximos anos. No artigo “Como o multiculturalismo pode fomentar o crescimento de uma empresa”, a coach Eliana Dutra percebe que, neste cenário, surge um novo modelo de equipe, no qual o equilíbrio na diversidade cultural poderá fazer a diferença.

    “Vejo esse movimento de importação de mão de obra como positivo, pois cria-se uma equipe multicultural, ajudando as corporações a ganharem novos mercados e a responderem rapidamente às novas exigências globais”, afirma. Ao mesmo tempo em que esse movimento é benéfico, Dutra salienta que gestores encontram dificuldades para administrar as diferentes maneiras de agir e pensar o negócio e que, por isso, cabe aos profissionais de RH gerir as pessoas de modo a identificar suas diferenças e utilizá-las como recurso para aprendizagem, por meio da troca de experiências e pontos de vista, evitando, assim, o embate.

    Leia o artigo no portal da revista Você RH: http://bit.ly/QzQD3B

    23/10/2012

    Em videocast, além de explicar as ações estratégicas da área de Recursos Humanos, o Leadership Coach Celso de Souza e Souza conta que uma organização diferenciada é aquela que busca a satisfação das expectativas do colaborador, do cliente, da sociedade e, consequentemente, do acionista. Diante disso, o RH deve estimular a liderança diferenciada. “Liderar é um processo de influência. O líder que deseja ser diferenciado deve ter um profundo conhecimento de suas crenças e valores pessoais, não permitindo que eles prevaleçam sobre os métodos e as técnicas que a organização adota como seu modelo de liderança”, destaca.

    17/09/2012

    A retenção de talentos é o principal desafio das organizações, aponta a especialista em Soluções de RH da consultoria De Bernt Entschev, Eliane Rodrigues Espinha. De acordo com ela, não basta às empresas oferecerem estabilidade de carreira e salários compatíveis com o mercado. O profissional talento busca oportunidades de crescimento e reconhecimento em organizações dinâmicas e flexíveis.

    Neste videocast, a especialista orienta que não há fórmula para conseguir reter os profissionais, mas indica premissas que auxiliarão as organizações neste processo.

    5/09/2012

    Lugar comum em diversos segmentos é afirmar que falta mão de obra qualificada para atender o desenvolvimento da economia. Embora seja uma realidade comprovada, o que está sendo feito para mudar esse cenário? Segundo Jerri Ribeiro, sócio da PwC, network que presta serviços em auditoria, consultoria tributária e de negócios em 158 países, as ações devem ser conjuntas, alinhando instituições de ensino, empresas e governo. Além disso, precisam pensar em curto, médio e longo prazo, ou o problema não terá solução.

    Crédito: Daniel Derevecki

    Crédito: Daniel Derevecki

    Jerri RibeiroEm curto prazo, em um intervalo de até um ano, pouco se pode fazer de fato. Em médio prazo existem algumas ações interessantes por parte de governos, empresas e instituições de ensino. Porém, é preciso pensar em longo prazo, pois mesmo estas ações mais próximas não terão o efeito desejado para eliminar o déficit de mão de obra de qualidade. Como frisei, são ações interessantes, mas ainda insuficientes. De acordo com a nossa 15ª Pesquisa Global CEO Survey, realizada todos os anos pela PwC, 77% dos CEOs pretendem expandir operações na América do Sul aumentando ainda mais a possibilidade de um colapso de talentos. Ou seja, o Brasil, em particular, é um destino de investimentos e, segundo nossa perspectiva, até 2020 continuaremos com carência de talentos em áreas específicas, como a de TIC. Para longo prazo, é preciso criar mecanismos de governo que incentivem empresas a criarem programas de estudo. Também é necessário aumento do número de vagas para ensino técnico e para formação de engenheiros em todas as áreas.

    A Melhor Escolha - As instituições de ensino, governo e empresas estão fazendo sua parte?

    Jerri Ribeiro – As empresas viviam um cenário de extrema volatilidade até 15 anos atrás. Portanto, culpá-las por não investir em qualificação profissional é desconhecer uma realidade com a qual convivemos, sem muitos problemas, até muito pouco antes da globalização de mercados e do, digamos assim, novo mundo onde os BRICs tem real poder econômico. Avalio que instituições de ensino e governos demoraram um pouco a perceber a mudança de paradigma da economia e os novos desafios. Algumas instituições até hoje insistem em não enxergar este novo mundo. Vejo que é necessário repensar o que queremos ser como País. Chamo a atenção para os Estados Unidos. Certamente, já não são mais uma economia industrial, com boa parte de seu parque fabril desmontado e transferido para a China. Porém, são, atualmente, um exemplo de economia do conhecimento, com novos polos despontando em diversos outros pontos. Além, claro, dos já famosos Vale do Silício e da região de Boston com seu MIT. É isto que é preciso definir para darmos o salto qualitativo.

    A Melhor Escolha – Até que ponto a carga tributária freia o desenvolvimento das empresas e dos mercados?

    Jerri Ribeiro – É fato que o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo. O problema é que ela não vem sozinha. Temos alta carga tributária, alto custo trabalhista, problemas logísticos, excesso de burocracia e falta de mão de obra qualificada. Ou seja, temos um cenário bem difícil para praticar o empreendedorismo. Claro que isto retrai investimentos ou os exporta para outros países. Mas, nem tudo é notícia ruim. Temos bons exemplos, boas empresas e conseguimos ser competitivos em diversas áreas. No setor de TI temos excelência na América Latina e alguns players já estão com estruturas no exterior para continuarem sendo competitivos globalmente.

    30/08/2012

    A descentralização das atividades da área de Recursos Humanos é uma tendência que a cada dia ganha mais força. Esse movimento, que transfere algumas funções do RH aos líderes imediatos, contribui para que os profissionais de gestão de pessoas ganhem tempo para planejar e desenvolver ações estratégicas, objetivando vantagem competitiva e eficiência organizacional. A marcação eletrônica de ponto, na qual os próprios colaboradores têm controle sobre suas jornadas de trabalho com a supervisão direta de seus líderes, por exemplo, é uma das ações que podem deixar de ser da responsabilidade do setor de pessoal.

    Atenta a isso, a Senior oferece o módulo Controle de Ponto, da solução Gestão de Pessoas. Ele atua na automatização dos processos de RH, especialmente em organizações que contam com unidades em locais diferentes. Segundo o gerente de sistemas da Senior, Eberten Bonetti Bianchi, entre os benefícios propostos pela ferramenta, destacam-se a rapidez conferida à tomada de decisões e a autonomia para os líderes.

    Com o Controle de Ponto, é possível habilitar o próprio colaborador a gerenciar sua marcação eletrônica de ponto, caso a empresa prefira. “Ele recebe uma notificação em seu computador, efetua o acerto de horas, faz os ajustes e, em seguida, encaminha ao gestor. Este recebe a lista dos acertos realizados por sua equipe, confere e encaminha ao RH”, explica. Bianchi acrescenta ainda que, com essa distribuição das atividades da área de gestão de pessoas, há aumento da produtividade operacional juntamente com a redução de custos e de tempo empregado em tarefas burocráticas. “Com isso, a empresa direciona o foco das ações para o negócio principal”.

    Novidades
    A descentralização do RH requer controles que visem agilizar o fluxo de documentos e a comunicação entre os líderes e o RH. Para esta demanda, a Senior disponibiliza o Workflow. A ferramenta gerencia, simplifica e dá maior segurança na execução de etapas manuais e automáticas. Ela garante que as atividades de um processo de negócio ocorram na sequência previamente definida e que os usuários sejam comunicados automaticamente sobre a necessidade de executarem suas tarefas. O monitoramento e o rastreamento do fluxo pelo administrador garantem que as atividades sejam executadas dentro do prazo ou que sejam encaminhadas para um substituto, em caso de ausência.
    O uso correto da ferramenta garante às empresas aumento de produtividade e redução de custos, além de maior qualidade na execução dos processos.

    A ferramenta gerencia, simplifica e dá maior segurança na execução de etapas manuais e automáticas

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