carregando
 
 
Home > 'A melhor escolha'
  • Notícias
  • 2/04/2013

    Um vídeo gravado por um grupo de cerca de 100 colaboradores da Senior na matriz, em Blumenau/SC, já passa das 6 mil visualizações. Trata-se do “Harlem Shake da Senior” – versão do hit da internet que é febre desde fevereiro. O vídeo foi postado em 12 de março e atraiu mais de 600 novos fãs, entre 18 e 24 anos, para a página da empresa no Facebook.

    A gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional, Jussara Dutra, acredita que esses jovens tiveram seu primeiro contato com a marca Senior a partir do Harlem Shake e vê isso como positivo. “Esta geração está antenada com esses movimentos e se expressa muito pela Web. A Senior está há 25 anos no mercado, é uma empresa que inspira confiança; de pessoas criativas. Através do vídeo, que foi uma iniciativa dos colaboradores, mais jovens podem se inspirar para escolher a carreira em TI e vir trabalhar conosco”, afirma.

    Veja o vídeo:

    6/03/2013

    Por Jussara Dutra*

    A palavra inovação – que tem origem no termo latino innovatio – é aplicada quando algo que é desenvolvido pouco se parece com os padrões conhecidos. Em tempos de economia globalizada, a capacidade das empresas em inovar não somente representa uma vantagem competitiva; é também fator estratégico para a sustentabilidade do negócio.

    A essência da inovação é questionar as crenças existentes e desafiar a lógica convencional. A partir desse “pensar diferente” podem surgir ideias que revolucionam o mundo, novos produtos e serviços são criados, muitas empresas nascem e outras se reinventam.

    Uma questão sempre presente nas discussões sobre inovação é como promover a criatividade, quebrar paradigmas, instigar novos conceitos, sair do círculo da mesmice que desmotiva os colaboradores e favorece a concorrência. O desafio é construir um clima propício para que as pessoas criem vínculos e escolham engajar-se, comprometer-se com os objetivos da organização.

    Engajamento implica ter pessoas mobilizadas em prol da realização de uma causa, para que voluntariamente dediquem seus esforços para criar. Afinal, esse não é um processo que se implanta somente com a publicação de um procedimento.

    Somos seres racionais. Essa é uma afirmação indiscutível. O que precisamos sempre lembrar é que somos também seres emocionais. O engajamento, que é um processo emocional, está diretamente ligado à capacidade das lideranças de se comunicarem com as equipes, para que estas se sintam capazes de contribuir e participar (empowerment). Além disso, a empresa precisa comunicar com clareza seus objetivos, já que é muito difícil as pessoas se mobilizarem para uma causa, se não têm clareza a respeito dela.

    Outro aspecto importante a ser considerado é que a gestão do processo de inovação precisa garantir que o esforço criativo seja canalizado, a análise dos riscos e oportunidades seja realizada de forma eficaz e, principalmente, que a implementação seja cuidadosamente planejada e monitorada.

    A implementação adequada de uma inovação representa um desafio tão grande quanto a criação do extraordinário. Estudos e casos de sucesso nos mostram que há culturas mais propícias à implantação da gestão da inovação, pois promovem a participação, apresentam maior tolerância a erros e, consequentemente, as pessoas se sentem capazes e motivadas para contribuir. Há um cuidado com todo o processo de inovação, desde a captação da ideia até a implementação, e as lideranças são capazes de influenciar as pessoas para que se motivem a criar.

    Não há um manual para a implantação do processo de inovação que se aplique igualmente a todas as empresas. Felizmente existem boas práticas acessíveis na literatura e por meio de benchmarking, que podem servir como referência, mas precisamos lembrar que a cultura organizacional é tão exclusiva quanto o DNA de cada uma das pessoas que compõem a empresa. Portanto o sucesso de uma metodologia implementada em uma organização não garante que ela atinja excelentes resultados em outra cultura.

    Para incentivar a criatividade, as empresas têm buscado ações de reconhecimento financeiro e não financeiro, tais como: divulgação interna e externa enaltecendo a contribuição, premiação em cerimônias formais com presença de familiares, participação em eventos ou cursos no Brasil e no exterior, aumento no subsídio de benefícios, participação nos resultados do que foi criado, remuneração variável, entre alternativas que mais se ajustam às possibilidades de cada empresa e perfil dos colaboradores.

    A gestão da inovação continuará sendo um tema recorrente por muitos anos, assim como o foco em gestão de pessoas. Afinal, a longevidade das empresas está diretamente ligada ao desenvolvimento de líderes capazes de promover condições favoráveis para engajar pessoas, para que se sintam felizes no trabalho e motivadas para contribuir com o seu melhor.

    *Jussara Dutra é gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Senior

    Originalmente publicado no site da revista Você RH.

    22/02/2013

    Uma das grandes preocupações de profissionais e organizações é a gestão do tempo. Com a correria do dia a dia, ser produtivo e não se perder com o excesso de informações é um desafio.

    Conversamos com a especialista em Comunicação Lena Souza, que falou sobre o assunto e deu algumas dicas para melhor lidar com as “24 horas que todos temos, tanto ricos quanto pobres”.

    Assista a entrevista:

    30/01/2013

    A complexidade do mercado exige das empresas inovação em suas relações com colaboradores e comunidade externa. Neste cenário, o conceito de responsabilidade social é fortalecido diariamente. Nota-se, porém, que grandes corporações são capazes de se adaptar e adotar mais facilmente atitudes socialmente responsáveis, enquanto as menores apresentam atitude mais tímidas.

    O presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SC) Florianópolis, Luiz Cláudio Stähelin, observa que poucas empresas de pequeno e médio porte têm buscado parcerias e consultorias a fim de diminuir o impacto socioambiental que possam gerar. De acordo com ele, a área de Recursos Humanos pode incentivar e desenvolver essa mudança de comportamento com pequenas ações que mostrem que a empresa, seus colaboradores, fornecedores, consumidores e sociedade, quando envolvidos, contribuem com a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente. “Basta, por exemplo, o cuidado com a destinação do lixo que cada um produz”, comenta.

    Stähelin explica que, inicialmente, os profissionais de RH devem rever alguns aspectos corporativos para que sejam capazes de diagnosticar e estabelecer rotinas de responsabilidade social que melhorem a relação dos negócios com a comunidade, os consumidores e o meio ambiente. “Podemos citar ações como redução de resíduos, energia renovável, desperdício zero, insumos renováveis, ciclo de produto, transparência e muitos outros”, diz. Como consequência, o presidente da ABRH Florianópolis percebe também que a responsabilidade social potencializa o capital social. “Isso acontece quando mudanças podem ser vistas no desempenho, na satisfação, no desenvolvimento pessoal e coletivo, além da motivação e dos resultados colhidos”, conta.

    A ABRH SC e a responsabilidade social

    A ABRH SC também busca fomentar a responsabilidade social nas empresas. Um exemplo é a criação da diretoria de projetos sociais, criada na gestão 2013/2015 da ABRH Florianópolis, que visa a inserção no mercado de trabalho dos profissionais com necessidades especiais. “Isso se aplica a todas as empresas, não somente àquelas que, por força da lei, diante do número de empregados, tenham que cumprir a cota de inclusão”, destaca Stähelin.

    A associação promove ainda o Prêmio Ser Humano, que reconhece organizações e profissionais que desenvolvem projetos para agregar valor às práticas de recursos humanos. “Essa é, sem dúvidas, uma forma de incentivar às empresas a investirem neste caminho de propósitos e, assim, mostrarem à sociedade que também estão fazendo a sua parte”.

    16/01/2013

    Por Alexandre Borin Cardoso

    Qualquer gestor sabe que produtividade é sinônimo de motivação. Ter o seu colaborador engajado, “vestindo a camisa” da empresa e sempre disposto a abraçar os crescentes desafios que o mercado apresenta, é o sonho dos líderes de qualquer organização.

    Mas o que a sua empresa faz para realmente motivar a sua equipe? Provavelmente, com a participação da área de Recursos Humanos, são feitos treinamentos, nos mais variados formatos, abordando team-building, fazendo uso de dinâmicas de grupos e muitas outras ferramentas.

    Ainda assim, ações pontuais como estas carecem, na maioria das vezes, de uma continuidade no dia a dia da empresa, e a necessidade de complementar as mensagens de motivação que são passadas nesses treinamentos com atitudes e serviços de apoio permanentes é cada vez maior, para que o funcionário não caia novamente numa realidade dura, com a qual é difícil lidar.

    Uma tendência interessante que vem se consolidando no mercado nos últimos tempos é a aplicação de EAP – Employee Assistance Program, onde é disponibilizado um número direto (ou 0800) para que o funcionário possa conversar com psicólogos, especialistas em finanças ou mesmo assistentes sociais ou advogados, resolvendo problemas pessoais e tendo assim mais foco em seu trabalho. E para que seja fornecido um EAP diferenciado no mercado, as empresas do setor desenvolvem parcerias e atraem profissionais de ponta, indo muito além da trilogia assistente social + psicólogo + advogado, tudo para que estes se coloquem verdadeiramente ao lado dos funcionários assistidos. Afinal, não adianta ignorar a pressão e os desafios do dia a dia e só depois surgir a salvação da vida do funcionário. O ideal é ajudá-lo a lidar com a falta de tempo e os problemas do dia a dia”.

    Outra tendência interessante é a criação de programas de redução do “presenteísmo”, termo utilizado tecnicamente para descrever casos onde o funcionário está presente, mas está preocupado com problemas alheios ao trabalho. A disponibilização de Assistentes Virtuais 24h permite a redução do presenteísmo através da delegação de tarefas a estes assistentes. Mais focado no negócio, o funcionário rende mais, e poupa preciosas horas de desatenção ao trabalho.

    Fornecer retaguarda aos seus funcionários, disponibilizar serviços que resolvam problemas e esclareçam dúvidas concretas, sobretudo no campo da vida pessoal, é uma poderosa mensagem de motivação!

    O cenário da rotina de trabalho está mudando. As organizações contam hoje com serviços e mecanismos que contribuem para que seus colaboradores encarem o seu trabalho não apenas como uma obrigação, uma forma de ganhar dinheiro, e sim como uma forma de gerar riquezas para a empresa e gerar qualidade de vida para ele e sua família.

    Alexandre Borin Cardoso é especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, e também CEO da Prestus, empresa líder na aplicação de Assistentes Virtuais à produtividade de times nas empresas.

    CASES
    REVISTA INTERFACE
    EVENTOS
    photophotophotophotophotophoto
    Anterior mais fotos Próximo
    Informativos
    Cadastre-se para receber informações sobre a Senior.
    OK

    © Copyright 2013 Senior Sistemas S.A. Todos os direitos reservados.